12 agosto 2010

Garganta - Ana Carolina


Minha garganta estranha
Quando não te vejo
Me vem um desejo
Doido de gritar

Minha garganta arranha
A tinta e os azulejos
Do teu quarto, da cozinha
Da sala de estar (2x)

Venho madrugada
Perturbar teu sonho
Como um cão sem dono
Me ponho a ladrar

Atravesso o travesseiro
Te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço
Faço ela rodar (2x)

Sei que não sou santa
Às vezes vou na cara dura
Às vezes ajo com candura
Pra te conquistar

Mas não sou beata
Me criei na rua
E não mudo minha postura
Só pra te agradar (2x)

Vim para nessa cidade
Por força da circunstância
Sou assim desde criança
Me criei meio sem lar

Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha
É pra depois te... Han!

Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha
É pra depois te abandonar... (4x)

Minha garganta estranha...

Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha
É pra depois te abandonar...

Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha
É pra depois te abandonar...

Composição de: Totonho Villeroy
Intérprete: Ana Carolina

04 outubro 2007

O Homem Contra o Meio-AmbienteO Homem Contra o Meio-Ambiente

Falar sobre o Meio Ambiente é conscientizar a humanidade.
Sabemos que o homem é o único animal capaz de raciocinar, e mudar o espaço em prol de suas necessidades. A história da humanidade revela-nos os acontecimentos devido às mudanças praticadas pela nossa espécie, onde modificar o espaço se tornou fundamental para nossa sobrevivência.
Percebemos a importância do espaço físico devido à vários fatores ligados à obsessão pelo domínio e pelo poder. Hoje vivemos reflexos dessa concepção de parte da humanidade em que era desejado ter para adquirir poder. Desses pensamentos em bases culturais podemos observar esse costume em nossa época. As concepções de certo ou errado mudaram e com isso mudaram também as formas como vêm nossa espécie.
A partir da exploração do homem pelo homem na busca de acumulação de bens de capital, tornou-se quase impossível voltar nos valores anteriormente seguidos pela espécie humana. Essa exploração desenfreada também se fez presente no espaço da natureza, no domínio como se o homem fosse o dono de tudo e de todos, destruindo, na ânsia de conseguir mais e mais, não observou que o mundo que estava a sua volta era seu lugar de habitação, de sobrevivência por isso não podia ser destruído.
Com o avanço da industrialização, e a conseqüente melhoria das condições de vida nestas áreas, os fluxos migratórios também se dirigiram nesta direção, causando uma concentração exagerada no entorno dos pólos industriais que não tinham suporte nem estrutura para receber tamanho contingente de novos habitantes. Esses complexos industriais baseados no lucro em demasia, foram construídos sem a preocupação com os efeitos que iriam causar no ar, na terra, nas águas e na natureza em geral, assim esses novos habitantes sofreram e ainda sofrem os efeitos desta destruição na própria pele.
Na descoberta dos malefícios que vieram a atacar os moradores destes grandes centros, começou-se a discutir internacionalmente uma solução pra amenizar esses efeitos, tratados foram escritos, acordos foram firmados, mas como sempre a maioria não foi cumprido. Nos países de terceiro mundo esses grandes complexos industriais continuam impunemente a desrespeitar as legislações de meio ambiente.
Como conseqüência de grandes quantidades de resíduos liberados na natureza, hoje observamos os efeitos e os malefícios que essas praticas irresponsáveis causaram em todo o mundo, como o derretimento das geleiras dos pólos, como a destruição da camada de ozônio, o aquecimento global , a anunciada elevação dos níveis dos mares, trazendo imensa preocupação pois a maioria da população da terra se encontra na periferia dos mares.
Em tudo isso o sistema capitalista desenvolve o papel de protagonista desta história sem fim. Pensando no lucro e no desenvolvimento, partindo da prática, de que tudo é explicado pelo fato da evolução e geração de capital o capitalismo ganha cada vez mais força, impulsionado pelo desejo despertado em nossos pensamentos, consumir, consumir, consumir. E a natureza é só mais um cenário que é desmontado quando não tem mais serventia.

Rafael Ferreira Conceição - Morsa

02 outubro 2007

Companheiros e Companheiras minha vinda ao mundo virtual!!!

Cmpanheiros e companheiras,
Primeira postagem no flog, estou aqui pra descrever como serão os textos e tudo por aqui...

A principio textis politicos dominaram minha paginas e minhas postagens, mas também será permitido texto sobre qualquer coisa util e inteligente que sirva como base de alguma pesquisa...